Frágil

FRÁGIL

 

 

 

 

 

Fruteira “Frágil”

em vidro moldado

e decalque 

remetendo à fita

FRÁGIL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vaso “Frágil”

Vidro soprado com decalque.

 

 

 

 

 

Fruteira “Frágil”

Vidro moldado com decalque.

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Jóias, Bóias e Outros Bichos Infláveis

Jóias, Bóias e Outros Bichos Infláveis

 

 

 

 

 

 

Jóias

Bóias

Outros Bichos

Infláveis

 

 

 

 

 

 

Acrílico sobre tela e folha de ouro e prata

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Série Clip Art

Série Clip Art

                     

    “Mulheres”, acrílico sobre tela. Apresentada no 8 Salão de Arte Contemporânea do Iate Clube, Brasília, 2005.

 

 

“muuu…!”, acrílico sobre tela. Apresentada na Exposição Situaçōes Brasília em 2005 e Exposição As Aparências Enganam em 2005 na UFG, Goiânia.

 

                     

    “Homens”, acrílico sobre tela. Apresentada no 8 Salão de Arte Contemporânea do Iate Clube, Brasília, 2005.

 

 

“Poodle”, acrílico sobre tela. Brasília, 2005.

 

 

“Menino”, acrílico sobre tela.

 

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Tênis Melissa

Tênis Melissa

 

Estampa para tênis Melissa “Coleção ST3 Girls”. 5 artistas mulheres de 5 estados do Brasil, com temática de sua cidade. Lançamento na São Paulo Fashion Week 2006.

 

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Tótem

Tótem

 

 

 

 

 

O processo deste trabalho,   

se assemelha muito ao de um arqueólogo.

É como se eu desenterrasse a

obra de um quase passado,

apocalíptico,

revisitando memórias recentes.

Essa é uma série de assembláges,

produzidas à partir de objetos encontrados,

descartados.

São objetos do cotidiano,

restos de comida, embalagens.

Eles são empilhados em tótens,

quase troféus,

premiando a resistência.

Essas memórias,

transparentes e difusas ,

se confundem no real.

 

 

 

 

Técnica cera perdida.

Os objetos, embalagens e

legumes descartados passam

pelo processo de moldagem.

Uma vez pronto,

os moldes são preenchidos com cera.

A objeto em cera endurecido é

coberto  por camadas de gesso refratário.

A cera é então retirada através

do vapor d’ água.

Os moldes em gesso são 

preenchidos por cacos de vidro transparente.

Estes, vão ao forno por 8 horas

a 880 graus.

Depois de 1 semana de resfriamento,

o gesso é retirado,

e a peça passa por processos

de acabamento como jato de

areia e lixas.

 

 

Obra apresentada na mostra online do Museu da República de Brasília, 2020

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Co vid(a)

Co Vid(a)

     

Placas em vidro com relevo de máscara e luva. Brasília, Covid-19 2020.

 

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Máscara

Máscara

 

 

Instalação com 19 máscaras em vidro fundido e arame, penduradas em um varal por pregadores de madeira.
Máscara se refere ao momento que vivenciamos hoje.
A proteção se tornou um novo adereço na nossa rotina.
Elas se multiplicam, são encontradas em varais, esquinas, chão das ruas.
Memória do presente, lembrança do porvir.

O material, o vidro, faz com que o fruidor se projete dentro da obra, e ao mesmo tempo seu olhar o atravessa, vislumbrando um futuro de esperança e incerteza. Assepsia do material.
19 máscaras, Covid-19.

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Dedos

Dedos

 

Dedos da artista e gummy bear em vidro moldado.

Parte do Projeto Acervo Rotativo.

Brasília, 2020.

 

 

 

 

 

 

Dedos da artista em vidro moldado e flor moldada em maçarico.

Parte do Acervo Rotativo.

Brasília, 2020.

 

Dedos da artista em vidro moldado e bola de gude.

Parte do Acervo Rotativo.

Brasília, 2020.

 

 

 

 

 

Dedos da artista em vidro moldado e pirulito moldado em maçarico.

Brasília, 2020.

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A fé afunda II

A fé afunda II

 

 

A fé afunda II

A maçã mordida,

Símbolo do pecado,

Demarca o travesseiro

Carregando em si,

Toda sua opressão,

De um gênero podado

De sua natureza.

 

A maçã mordida, simboliza o patriarcado.
Ao fardo que custou às mulheres historicamente. Durma com este peso na consciência.

 

Almofada e maçã em vidro moldado.

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A fé afunda

A fé afunda

 

 

 

 

 

 

 

A fé afunda

A vela derretida,

Se apaga

Pelo vento.

Carrega em si

O peso da fé,

Da cura,

Da esperança.

Demarca o travesseiro.

O peso permanece.

A fé afunda.

 

Vela  e almofada em vidro moldado.

Brasília 2020

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